Tudo começou na descoberta da gravidez como um turbilhão de sentimentos e de emoções, eu fiquei eufórica numa mistura de surpresa com alegria.
Na medida em que a gravidez avançava a transformação interior acontecia…
Então veio o desgaste físico, as adaptações no trabalho, as mudanças de planos e surge uma conexão quase que sagrada; É uma sensação de pertencimento unindo a gente com nossos filhos e isso vai aumentando ao decorrer de toda a gestação.

A verdade é que nós mulheres fomos presenteadas por Deus com uma força interior absurda, e quando nós nos tornamos mães nos apropriamos desta força nos tornando pessoas capazes de amar incondicionalmente outra vida.
O nascimento de uma criança é um “rito de passagem” desde o início na fecundação até o momento do parto. Acontece uma transformação gradual, constante e intensiva.
O momento do nascimento do bebê é a materialização do amor incondicional no coração desta mãe, que transborda este sentimento para toda a família!

Eu fui mãe depois dos 35 anos de idade mas já vi jovens mulheres inseguras tornarem-se mães super dedicadas e corajosas protegendo incansavelmente seus filhos.
A maternidade é cansativa sim. As mães chegam ao limite físico, mental e inclusive emocional muitas vezes. Nós mães choramos com a dor dos nossos filhos, sorrimos com as suas alegrias. Nós estamos ligadas organicamente e amorosamente aos nossos filhos, pelo resto de nossos dias!

Dentre tantas descobertas durante a maternidade foi a “fé” e o “amadurecimento” que mais transformaram a minha vida. Mudei completamente a maneira de olhar o mundo e percebi o meu sentido de vida.
Se você for uma mãe super apaixonada pela maternidade como eu sou, deixe a sua história pessoal sobre a maternidade aqui nos comentários. Será um prazer conhecer a sua história e os seus aprendizados.
Grande beijo no coração!

